Com o tempo, vai-se percebendo que, para se ser feliz com uma outra pessoa, é preciso, em primeiro lugar, não precisar dela.

Perceber também que aquele alguém que se ama (ou acha que se ama) e que não quer nada connosco, definitivamente, não é o “alguém” da nossa vida.

Aprender a gostar de si próprio, a cuidar-se e, principalmente, gostar de quem também nutre esse mesmo sentimento por nós.

O segredo é não correr atrás das pétalas, mas sim, cuidar do jardim para que as flores cresçam naturalmente.

No final das contas, acharemos, não quem se procura, mas quem estava à nossa procura… ou não!

MFC